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segunda-feira, 21 de abril de 2014
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Professor da UMa distinguido
"Seán de Búrca foi considerado o 24º investigador mais produtivo de entre 761"
Diário Notícias, Link
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Abelhas batem computadores nos cálculos
"Segundo um estudo, o pequeno cérebro das abelhas consegue resolver problemas matemáticos complexos que fazem os computadores "deitar fumo".
As abelhas conseguem estabelecer o percurso mais curto entre as flores onde pousam arbitrariamente, resolvendo de forma eficaz o "problema do caixeiro viajante", um dilema que os computadores podem demorar dias a resolver, dizem investigadores da Royal Holloway, Universidade de Londres.
O "problema do caixeiro viajante" consiste no processo matemático de determinar o circuito mais curto que é possível efectuar entre determinadas cidades de modo a que cada cidade seja visitada apenas uma vez.
"As abelhas resolvem este problema todos os dias. Visitam flores em múltiplos locais e, uma vez que despendem muita energia para voar, determinam rotas que lhes permitam voar o menos possível", diz Nigel Raine, da escola de biociências da Royal Holloway.
A experiência, feita com flores computorizadas, tinha como objectivo saber se os insectos seguem uma rota simples definida pela ordem em que pousam nas flores ou se tentam encontrar a trajectória mais curta. Depois de explorarem a localização das flores, as abelhas economizam tempo e energia, percorrendo a menor distância possível.
"Apesar dos pequenos cérebros, as abelhas são capazes de comportamentos extraordinários. Temos de compreender como conseguem resolver o problema do caixeiro viajante sem um computador", disse Raine."
Jornal de Notícias, Link
O "problema do caixeiro viajante" consiste no processo matemático de determinar o circuito mais curto que é possível efectuar entre determinadas cidades de modo a que cada cidade seja visitada apenas uma vez.
"As abelhas resolvem este problema todos os dias. Visitam flores em múltiplos locais e, uma vez que despendem muita energia para voar, determinam rotas que lhes permitam voar o menos possível", diz Nigel Raine, da escola de biociências da Royal Holloway.
A experiência, feita com flores computorizadas, tinha como objectivo saber se os insectos seguem uma rota simples definida pela ordem em que pousam nas flores ou se tentam encontrar a trajectória mais curta. Depois de explorarem a localização das flores, as abelhas economizam tempo e energia, percorrendo a menor distância possível.
"Apesar dos pequenos cérebros, as abelhas são capazes de comportamentos extraordinários. Temos de compreender como conseguem resolver o problema do caixeiro viajante sem um computador", disse Raine."
Jornal de Notícias, Link
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
"Citizen science: People power"
"Networks of human minds are taking citizen science to a new level, reports Eric Hand."
terça-feira, 27 de julho de 2010
quinta-feira, 22 de julho de 2010
quarta-feira, 21 de julho de 2010
domingo, 11 de julho de 2010
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